quarta-feira, 23 de outubro de 2013

A LENDA DE ARDÍNIA - PEDRO EMANUEL


Recebi, através da cortesia do Editor e com dedicatória do Autor, este álbum de banda desenhada - "ARDÍNIA E D. TEDON" -, que é a história de amor entre uma princesa moura e um cavaleiro cristão, trazida através dos tempos por uma lenda antiga.
A edição é da Quartzo Editora, do meu amigo António José Coelho, e do Município de Tabuaço, que em boa hora apostou  nesta privilegiada forma de apresentar os valores culturais do concelho aos seus munícipes.
Conheci o Pedro Emanuel em Viseu, aquando do 18º Salão Internacional de Banda Desenhada de Viseu, ficando mesmo entre ele e o Geraldes Lino no jantar que o GICAV ofereceu. Pedro Emanuel é um jovem talentoso, dinâmico e, sobretudo, com a humildade que o dignifica, pois já é autor de uma outra obra emblemática, O Magriço de Penedono, também com chancela da Quartzo.
Esta lenda dos amores de Ardínia, como disse, é naturalmente antiga e uma das mais belas do País. O Pedro soube aproveitar os potenciais gráficos da história, documentando-se convenientemente e deixando-nos um trabalho limpo e harmonioso, capaz de cativar os mais jovens e os menos jovens, através das gravuras e do texto deste álbum de 36 páginas.
Para além de autor de BD, o Pedro Emanuel é licenciado em Filosofia, na Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra e Mestre em Política Cultural, pela  mesma Faculdade. É actualmente professor do Ensino Secundário.
Como ilustrador, colaborou na peça de teatro "Tita, o Guardador de Sonhos".

Quem habitualmente lê este meu blogue,  sabe que é raro trazer obras de BD  alheias, mas abro algumas excepções. E esta, digo-vos, é daquelas que me são gratas registar.


domingo, 13 de outubro de 2013

OS CRIMES DE DIOGO ALVES - XVII, XVIII, XIX e XX




 
Chega ao fim esta publicação de "Os Crimes de Diogo Alves", exposta em 20 pranchas originais, trabalhadas propositadamente para as páginas do jornal. Ao todo, para "O Crime", executei qualquer coisa como 700 pranchas destas, repartidas por quase quatro dezenas de casos de crime, roubo, falsificação e outra delinquência.
No caso de Diogo Alves, foram 20, as pranchas. Estou a preparar esta série para um novo formato, também com duas tiras por página, mas mais reduzidas no sentido do comprimento, para um formato 22x21, sendo 22cm a altura. Com essa adaptação, sem amputar qualquer vinheta (pelo contrário, ampliando algumas) e uma história mais abrangente nos pormenores e em outros pormenores nesta omissos, esse álbum irá para as 96 páginas. E, é claro, a letragem ou legendagem vai ser mais trabalhada digitalmente, por forma a arejar as vinhetas e o desenho, sem retirar os vocábulos que a história exige.
Como terão reparado, algumas cenas mais violentas estão menos evidenciadas nas gravuras, como é disso exemplo as duas primeiras vinhetas da segunda tira da prancha hoje publicada em segundo lugar (a XVIII).
Outros pormenores sobre os trabalhos, podem ser vistos nas minhas respostas aos comentários de Jorge Magalhães, Geraldes Lino, Nuno Amado e Luis Sanches, leitores atentos à matéria e aos pormenores, todos eles dedicados - e de que maneira! - à Banda Desenhada.

segunda-feira, 7 de outubro de 2013

segunda-feira, 30 de setembro de 2013

quarta-feira, 25 de setembro de 2013

segunda-feira, 23 de setembro de 2013

"A MULHER QUE SABIA TUDO"



Tal como já escrevi no meu outro blogue - trazendo para aqui o mesmo arrazoado que lá deixei - interrompi a contribuição neste espaço. Será breve, uns três dias, o que nem causa alvoroço, dada a inconstância periódica que caracteriza a minha colaboração.
Acontece que, por motivos que se prendem com a revisão das primeiras provas do meu livro (de que mostro apenas o "lettering" da contracapa, por razões editoriais que eu me imponho), não dediquei o tempo necessário à administração e actualização deste, pois tenho a determinação de publicar, na íntegra, em cerca de cinco "postagens", a saga facinorosa do Diogo Alves.
O meu livro citado acima está, como gosto de dizer, em plena "fornada", uma vez que já tive provas da capa, contracapa e badanas que, a seu tempo, também divulgarei.
Para já, quero antever (mas não profetizar, porque não possuo poderes sibilinos iguais ou parecidos aos do Bandarra) o interesse dos amigos e daqueles que apreciam os livros de cariz policial e policiário, de forma a considerarem a posse de um exemplar desta minha primeira experiência no "ramo", consubstanciada em cerca de duzentas páginas. Para uns - ou para todos - a consideração que os leve a ler e, eventualmente, a criticar e a enfatizar, o que de bom, de mau, de excedente ou de minguado, a obra tiver. Porque a amizade não se faz após um aperto de mão, a convivência de tempo passado ou após um "muito gosto em conhecê-lo" ; aquela faz-se, muitas vezes, na distância, possivelmente até no clicar do "enter" no teclado à nossa frente.

quinta-feira, 19 de setembro de 2013

OS CRIMES DE DIOGO ALVES - I,II,III,IV




 
Tinha feito uma promessa, em comentário, ao Amigo Jorge Magalhães, de que iria publicar o "Diogo Alves", criminoso do Aqueduto das Águas Livres, e começo a cumprir a promessa, aqui e agora.
Trata-se de expôr as quatro primeiras pranchas, que correspondem a duas páginas da série publicada no jornal "O Crime".
Para os menos prevenidos - se é que ainda os há -, aconselho a clicarem nas imagens, para conseguirem ver/ler as pranchas em ecrã pleno.