quarta-feira, 16 de junho de 2021

terça-feira, 15 de junho de 2021

segunda-feira, 14 de junho de 2021

sábado, 10 de abril de 2021

PÁGINA 100

Não tenho vindo aqui. Estou ocupado com este trabalho. Já vou para além da página 100.
 

domingo, 17 de janeiro de 2021

LUCKY LUKE NO SÉCULO XXI COM OBAMA E OS DALTON

 

 


Para o álbum "HERÓIS DE BD NO SÉC. XXI", organizado pelo saudoso e grande animador da BD Geraldes Lino, foi-me proposto - e se não fosse, eu próprio escolheria - a personagem do Morris, Lucky Luke.

Esta página (de duas pranchas) foi para o Fanzine Efeméride - nº 6 - parte 2 de 4, obra colectiva "Heróis de BD no Século XXI", publicada em grande formato.

A imitar uma prancha de Lucky Luke na RTP1, num concurso que decorreu há uns anos, consegui um prémio bem chorudo. Tratou-se de ampliar a prancha de modo a ter a altura de uma parede, em apenas 5 minutos, com o álbum à vista e da escolha da produção. O concurso televisivo chamava-se "Chegar, Apostar e Vencer".

Hoje volto aqui com este assunto (depois de o ter sucintamente abordado num post de 14 de Maio de 2013 neste blog), não só para lembrar Baracck Obama e Lucky Luke, mas para homenagear Geraldes Lino, já falecido, um grande Amigo e grande impulsionador da BD em Portugal.

(Para se ler melhor, nasta clicar nas imagens)

quinta-feira, 31 de dezembro de 2020

TRABALHO "ARTESANAL"


 Com a ideia de fazer uma banda desenhada com base numa figura real que eu ficcionaria, fiz uma série de pranchas com esferográfica azul e coloridas com lápis de cor, ainda com colocação de balões e textos (colados) depois de passados a computador.




 

Foi uma forma de "testar" os efeitos da coisa. Calhou agora a descobrir estas quatro curiosidades "artesanais", resultantes dessa experiência, uma delas sem colocação dos balões colados e outra ainda sem eses balões.

Bom ano de 2021.

quarta-feira, 9 de dezembro de 2020

SE OS AUTOMÓVEIS FALASSEM...

 Há precisamente 10 anos que trouxe a este blog dois trabalhos inéditos sobre o título genérico acima, então dedicados a um Fiat Topolino e a um Nash.

Na altura, com apenas duas pranchas para cada memória e para cada automóvel, criei estas ficções, nas quais o automóvel aparecia a "falar", na primeira pessoa (carro), a sua história de vida.

Encontrei em arquivo digital a de um outro automóvel , o Opel Olympia, de 1951, que foi feita em formato A3 e reduzida digitalmente para A4. A cor foi dada com aguarela e contornos a tinta da china.

É precisamente deste último que trago este trabalho, desta feita nas duas versões: uma, com novos enquadramentos e letragem; a outra, conforme o original.

As duas estão reproduzidas a seguir.