Como expliquei no post anterior, a experiência que fiz com a adaptação à banda desenhada desta obra de Júlio Verne, resultou de uma "brincadeira", sem cuidar de pormenores de desenho, pois interessava-me enveredar pela cor feita em "photoshop". Daí ter desenhado, um esquiço a esferográfica azul (acima), com indicações da balonagem e textos.
Seguidamente passei para o trabalho "a limpo", desta vez a preto e com caneta apropriada, mas sem desvirtuar muito o traço rápido original.
Finalmente, foi levada a página ao "scanner" (no caso, a página 30) e aí trabalhada segundo as cores que eu pretendi dar, retirando-lhe no MGI os traços negros dos enquadramentos das vinhetas.
Conclusão: parei, como disse, na prancha 33, embora tenha desenhado a esferográfica mais cinco, que não levei ao computador.
Efeméride: Renoy
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Faz hoje 71 anos que nasceu, em 30 de agosto de 1954, o desenhador Pierre
Renoy.
Vinheta de Nanouche desenhada por Renoy
Há 3 horas
É pena, Fernando, que não tenhas concluido e editado este trabalho. Tu tens arte, podias chegar onde chegou Uderzo e Goscinny. Podias ir além deles, porque tu, além de escreveres a história, sabes retratar muito bem o caracter dos personagens. Além do risco certo, sabes dar-lhe côr, movimento, vida.
ResponderEliminarUm abraço.