Publiquei no meu outro blog. Acho que o assunto e a minha indignação relativamente ao mesmo deve também entrar neste.
Aí vai...
Li hoje aquilo que eu julgava não ser possível: há animais
de duas pernas que adquirem peles de vison para mostrarem que são ricos a quem
é pobre. E esses animais com as duas pernas fazem com que outros com outras
duas, para também chegarem a ricos, criem os visons para os matarem e lhes
venderem a pele.
Descobriu-se agora que o Covid aproveita esta fragilidade e
estupidez para se transfigurar e aparecer com nova fardeta, um tanto mais
perigosa como desconhecida, de modo que se teme que as vacinas, por mais
eficácia que tenham para uma estirpe, não a consigam para outra.
Na minha simplicidade, julguei que as peles de animais
genuínas tivessem sido substituídas pelas sintéticas, por forma a darem a oportunidade
aos animais ricos continuarem a mostrar que são ricos. No entanto, esses pôdres
de ricos, consideram que lhes baixa o estatuto (a estupidez aumenta) se
utilizarem as peles que não são de animais e que “apenas” imitam as peles dos
ditos.
De entre os fornecedores do egocentrismo e vaidade, estão
países como a Dinamarca e a Holanda, aqueles que querem dar moral à Europa do
Sul, onde asseguram que os autóctones só querem vinho e mulheres. Para o raio
que os parta!...