quarta-feira, 7 de novembro de 2018

O MALHADINHAS -os lobos da Serra da Lapa



Do Capítulo Nove, que só este tem vinte e uma páginas (pranchas), reproduzo três.
Como não comecei a história pelo princípio, mas sim quase pelo fim ( a obra de Aquilino tem dez capítulos), foi por este que iniciei o trabalho.

segunda-feira, 5 de novembro de 2018

O MALHADINHAS - acção e movimento



Este livro do Mestre, que é Aquilino Ribeiro, possui os ingredientes para uma BD, designadamente na sequência que hoje trago, no total de dúzia e meia de páginas do capítulo quatro, das quais apresento apenas três.
Descritas na primeira pessoa, como autobiografia de uma figura castiça da Beira, as cenas seguem-se com a linguagem que Aquilino tão bem soube reproduzir, com movimento nas acções que o genial escritor soube propor nesta obra icónica.

sábado, 3 de novembro de 2018

O MALHADINHAS- Novos enquadramentos

Já aqui falei deste trabalho - adaptação de "O Malhadinhas" -  e apresentei alguns desenhos com enquadramentos diferentes dos três que aqui estou a exibir, sendo estes as páginas iniciais dos capítulos 2, 4 e 9. Dei nova "roupagem" aos desenhos e ao "lettering".

São dez capítulos, tais os da obra de Aquilino Ribeiro, que sigo escrupulosamente sem grandes "cortes" do texto original. Não está acabado o trabalho, nem sei se o acabarei, porque há poucas perspectivas de publicá-lo, uma vez que não tenho autorização para essa adaptação.

Então, por que o fiz?
Pelo simples prazer de desenhar uma das obras que mais admiro.

segunda-feira, 22 de outubro de 2018

CRIME NO EXPRESSO DO ORIENTE (ARTE DE AUTOR)


Segundo aponta a editora Arte de Autor, o álbum de BD Crime no Expresso do Oriente é, com As Dez Figuras Negras, um dos romances de Agatha Christie que conheceu maior sucesso, tendo sido traduzido em mais de trinta línguas.

Em duas penadas, resume-se o argumento desta obra do género policial (ou policiário).
Inverno de 1934. Pouco depois da meia-noite, um banco de neve obriga o Expresso do Oriente a parar. O luxuoso comboio está surpreendentemente cheio para a época do ano, mas, ao amanhecer, conta-se um passageiro a menos… Um magnata americano morre com uma dúzia de punhaladas, a porta do seu compartimento está trancada por dentro. Hércule Poirot conduz o inquérito no comboio isolado do mundo…

É um álbum imperdível para mim, uma vez que reúne em BD um dos géneros de literatura que eu aprecio, a que se alia a publicação em banda desenhada, que ainda mais aprecio.
Adaptação: romance de Agatha Christie
Argumento: Benjamin von Eckartsberg 
Desenho; Chaiko
Edição: Cartonada
Número de páginas: 64
Formato: 210 x 285 mm
Impressão: cores
Data de edição: Outubro de 2018
PVP: 16,00€

(Gravuras enviadas pela Editora)

quinta-feira, 18 de outubro de 2018

PRIMEIRA PÁGINA

A primeira página é sempre a mais difícil, porque, em princípio, é a partir dela que se desenrola a acção. Acontece que esta primeira página, que respeita naturalmente à série que trago aqui de há dois posts a esta parte, tem a particularidade de ser a sexta página no que toca às transformações que já teve desde a altura em que foi concebida, quer nos enquadramentos como também nos materiais utilizados para a aplicação da cor. Quem acompanha este blog terá dado conta que ela já apareceu por aqui com outras formas, designadamente até com colorido à base de lápis de cor.
Diz o povo que "o vagar faz colheres". No meu caso, não é apenas o vagar, porque me distribuo por outras ocupações, mas o meu gosto, que varia conforme as luas, as estações do ano e nem sei mais o quê. Se não estou contente com um determinado trabalho, transformo-o sem perguntar a quem quer que seja se está melhor assim ou assado.

quarta-feira, 17 de outubro de 2018

À NOITE, NA BD


Mais uma página da "Bandoleira" com as "cores" da noite.
Pode parecer simples colorir uma página, mas torna-se necessário identificar o que se quer colorir e com que cor é mais interessante colorir. Há ainda a respeitar a homogeneidade dos tons em cada página, dentro do possível.

segunda-feira, 15 de outubro de 2018

DUAS PROPOSTAS PARA A MESMA PÁGINA



Tal como fiz no post anterior, desta vez agarro num outro trabalho, mais propriamente da prancha 33 da "Bandoleira Maria Guedelha", para colocar estas duas opções de publicação, tendo em atenção que os custos gráficos são substancialmente maiores na hipótese colorida.
O trabalho a preto passa, como é óbvio, por um trabalho de esquiço, que pode ser feito a lápis ou directamente no computador, antes da aplicação da parte final.
Quanto ao trabalho a cores, levou duas fases, pegando no trabalho a preto: uma, em que apliquei a trama (e era mais uma terceira hipótese de publicação, com apenas esta, sem aplicação da cor); outra, com aplicação da cor sobre a trama.
Curiosamente - e para quem não saiba - quer a aplicação da trama como o colorido, são relativamente rápidos, dispondo eu de dois programas essenciais. A fase mais morosa, após o argumento e os esquiços, é naturalmente o preto e os respectivos arranjos no computador, com um outro programa adequado, colocação de balões e didascália, ferramenta essa que eu utilizo desde há muito tempo.