domingo, 17 de janeiro de 2021

LUCKY LUKE NO SÉCULO XXI COM OBAMA E OS DALTON

 

 


Para o álbum "HERÓIS DE BD NO SÉC. XXI", organizado pelo saudoso e grande animador da BD Geraldes Lino, foi-me proposto - e se não fosse, eu próprio escolheria - a personagem do Morris, Lucky Luke.

Esta página (de duas pranchas) foi para o Fanzine Efeméride - nº 6 - parte 2 de 4, obra colectiva "Heróis de BD no Século XXI", publicada em grande formato.

A imitar uma prancha de Lucky Luke na RTP1, num concurso que decorreu há uns anos, consegui um prémio bem chorudo. Tratou-se de ampliar a prancha de modo a ter a altura de uma parede, em apenas 5 minutos, com o álbum à vista e da escolha da produção. O concurso televisivo chamava-se "Chegar, Apostar e Vencer".

Hoje volto aqui com este assunto (depois de o ter sucintamente abordado num post de 14 de Maio de 2013 neste blog), não só para lembrar Baracck Obama e Lucky Luke, mas para homenagear Geraldes Lino, já falecido, um grande Amigo e grande impulsionador da BD em Portugal.

(Para se ler melhor, nasta clicar nas imagens)

quinta-feira, 31 de dezembro de 2020

TRABALHO "ARTESANAL"


 Com a ideia de fazer uma banda desenhada com base numa figura real que eu ficcionaria, fiz uma série de pranchas com esferográfica azul e coloridas com lápis de cor, ainda com colocação de balões e textos (colados) depois de passados a computador.




 

Foi uma forma de "testar" os efeitos da coisa. Calhou agora a descobrir estas quatro curiosidades "artesanais", resultantes dessa experiência, uma delas sem colocação dos balões colados e outra ainda sem eses balões.

Bom ano de 2021.

quarta-feira, 9 de dezembro de 2020

SE OS AUTOMÓVEIS FALASSEM...

 Há precisamente 10 anos que trouxe a este blog dois trabalhos inéditos sobre o título genérico acima, então dedicados a um Fiat Topolino e a um Nash.

Na altura, com apenas duas pranchas para cada memória e para cada automóvel, criei estas ficções, nas quais o automóvel aparecia a "falar", na primeira pessoa (carro), a sua história de vida.

Encontrei em arquivo digital a de um outro automóvel , o Opel Olympia, de 1951, que foi feita em formato A3 e reduzida digitalmente para A4. A cor foi dada com aguarela e contornos a tinta da china.

É precisamente deste último que trago este trabalho, desta feita nas duas versões: uma, com novos enquadramentos e letragem; a outra, conforme o original.

As duas estão reproduzidas a seguir.






quarta-feira, 25 de novembro de 2020

OS CRIMES DE DIOGO ALVES - NOVOS FORMATOS

 Na publicação desta série no semanário, já lá vãos uns anos, quatro tiras formava um página. as duas tiras que hoje aqui trago, correspondem, pois, a meia página.



Pretendendo novo formato, porque a redução das quatro tiras pode ser o mais recomendável para um formato tablóide e não o ser para o formato álbum. Daí a remontagem das vinhetas, trabalho que exige atenção e reconstrução dos espaços, incluindo as balonagens de texto e as didascálias.

Assim, vejam-se as fases seguintes, que transformam essas 5 vinhetas das duas tiras numa página de álbum.



Este trabalho é recomendado ser feito pelo próprio autor, porque este terá de recompor ou redesenhar os espaços que resultam das amputações e dos novos enquadramentos. E é precisa muita paciência.



domingo, 22 de novembro de 2020

EM LISBOA, ANOS 80

 

Já aqui falei deste trabalho. Não o concluí então, ainda hoje permanece assim. Baseia-se numa pequena passagem do livro de ficcão escrita que publiquei, distribuído pela Bertrand, em meados dos anos 80.

Passei alguns episódios para BD, coloridos a aguarela dez anos depois, de que deixo aqui três páginas, embora já tenha reproduzido algumas anteriormente.

Este trecho narra a ida de um funcionário público a trabalhar na província, que foi deslocado até Lisboa para um concurso na carreira, cuja acção decorre no início dos anos 80. E o homem foi "atacado"...



sexta-feira, 20 de novembro de 2020

AQUILINO E EU

 

Já não é segredo para quem costuma entrar neste blog que a obra de Mestre Aquilino Ribeiro, "O Malhadinhas", é a minha preferida, muito embora eu admire toda a sua obra.

Ao longo do tempo fui fazendo as adaptações nos enquadramentos, adicionando desenhos e até o tipo de letra que fui ensaiando, até que finalmente saiu em álbum.

Deixo hoje três pranchas: as duas primeiras das páginas 90 e 91; a terceira da página 123.





segunda-feira, 16 de novembro de 2020

SALGARI E EU


 Esta obra de Banda Desenhada já tem 8 anos. Adaptei uma das obras de Emilio Salgari, constituindo, eu e ele, uma dupla que não foi contemporânea, uma vez que eu nasci 40 anos depois de ele ter falecido.

Ficam duas pranchas retiradas do livro.