segunda-feira, 13 de agosto de 2018

O PADRE QUE GEROU 299 FILHOS - 6ª Edição


Este é o título da minha autoria que mais vende. Tanto assim é, que em apenas três postos de venda e
longe dos grandes centros, tem esgotado edições, sendo esta a Sexta.
A imagem que aqui trago é a que consta da capa e contracapa, tal como a gráfica irá imprimir. Digo irá, porquanto deve estar com esta obra nas máquinas, uma vez que espero recebê-la em breve, dado haver já reservas nos postos de venda e a anterior edição estar esgotada há dois meses.
A cada duas edições tenho alterado a capa., embora esta alteração surja na sexta edição. Sou susceptível a conselhos e a críticas dos leitores, sendo que a última ilustração de capa não era do agrado da maioria.
O desenho e cor digital é da minha autoria.

2 comentários:

  1. Boa noite Santos Costa

    É o que se chama uma edição fiel à personagem "boa reprodutora".
    A capa que agora apresenta parece-me mais interessante e mais adequada ao padre que abre as "portas do céu" e do mulheredo, como diria o Eça.
    Convidaram-me para escrevinhar uma "sentença" , que tenha uma carga histórica e social interessante.
    Como estou autorizado a divagar, mantendo apenas uma base de verdade histórica, pensei na sua personagem e todo o ambiente histórico da época.
    O que acha?
    Um grande abraço.

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    Respostas
    1. Dr. José Avelino
      Caríssimo Amigo

      O Padre Costa de Trancoso tem servido de mote a muitas iniciativas interessantes, quiçá até aquela que me levou a escrever um romance sobre ele.
      Ainda ontem, segundo me contaram (pois não estive lá) na Feira de S. Bartolomeu actuou o conjunto musical Augusto Canário e Amigos e, a determinada altura do número, houve uma desgarrada entre dois membros do grupo em que entrou o Padre Costa.
      Na última Festa da História, em finais de Junho, foi convidado um conhecido actor nacional para interpretar a figura do Padre Costa e até me foi pedido que escrevesse alguns trechos para a fase da sentença, o que fiz de bom agrado.
      Sendo assim, não me admira que numa "sentença" possa surgir esta figura que tem, obviamente, uma carga histórica interessante, para além do folclore que suscita a sua longa paternidade a coberto das suas vestes talares sacerdotais.
      Acho interessante e e não risível, a figura e a acção desta figura popular servir para compor um acórdão; evidentemente quando o assunto e as circunstâncias são paralelos a esta figura trancosana.
      Como nota curiosa, apesar de ao tempo não ser posta em causa a conduta de pedofilia, não consta que qualquer das mulheres do famigerado padre fossem menores de idade. Só por isso, já me merece respeito.
      Julgar na barra um tal padre Costa, confesso, é tarefa difícil, porquanto não se achando uma figura inocente, também não será justo culpar quem povoou o Reino. Pôr os 299 casos no rol do dolo eventual, seria abusar do articulado penal da época, mormente de quem decide, ao fazer justiça, praticar uma injustiça.
      Há 3 anos, mais ou menos, foi-me proposto assinar um contrato para um filme baseado no meu livro, sendo o argumento adaptado, conforme o interesse, a possível novela televisiva. Ao que sei, o contrato esteve limitado no tempo e dava-se por extinto pacificamente se não fosse realizado o trabalho, o que não foi, suponho que por falta de apoios, designadamente do ICAM.
      Contento-me em ir refazendo as edições do romance, alterando as capas de acordo com os gostos dos leitores que são, posso dizê-lo com simpatia, aqueles que mais ordenam.

      Um grande abraço

      Santos Costa

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