terça-feira, 13 de novembro de 2018

AS AVENTURAS DO MAGRIÇO - Volume 4



Voltando ao assunto do post anterior, exibo hoje a capa e uma das páginas do volume 4, o qual se encontra também pronto.Apenas o 5, com que "ando às voltas" não passa de um trabalho em andamento, como se diria em linguagem musical, em "andante moderato", possivelmente em "adagietto" ou mesmo em "larghissimo".
O volume 4 dá ênfase à justa de Londres e às complicações que ocorreram após o fim da dita, enquanto o volume 5 já apanha o Magriço em terras da Flandres.
Como tenho poucos exemplares do primeiro,é provável que vão de enfiada para a gráfica os 4 já feitos, uma vez que o primeiro volume tem data de Abril de 2017. Aproveito a reimpressão deste primeiro álbum para corrigir alguns erros ou lapsos no texto, que um verdadeiro amigo, leitor e comentador deste blog (um dos primeiros adquirentes da obra) me fez o favor de apontar através do email. Fê-lo com amizade e grande elevação, sem alarde ou divulgação pública, o que é demonstrativo do seu elevado carácter e das qualidades de atento leitor.
Não são lapsos de monta e são poucos (provavelmente na mesma linha de outras obras congéneres alheias), mas merecem uma correcção adequada. Há até um ditado que diz: "cadelas apressadas parem os filhos tortos".
Há ainda um outro lapso que descobri na transição de três vinhetas, onde um bigode muda de cor numa sequência a preto e branco.
Espero que as deficiências deste primeiro álbum - tal como acontece na filatelia com selos defeituosos no desenho - o torne mais apetecível, porquanto eu pretendo compensar com um álbum "corrigido" todos os que adquiriram o "defeituoso".

sábado, 10 de novembro de 2018

AS AVENTURAS DO MAGRIÇO Volume 2


Depois de ter publicado em 2017 o 1º volume - o primeiro álbum de formato A4 - de "As Aventuras do Magriço", de que acima exibo a capa e uma das 64 páginas do álbum (de que restam poucos exemplares), vou enviar para a gráfica o Volume 2, que é a continuação da viagem por terra do dito cavaleiro (imagem da capa e de uma das páginas, a seguir).



Uma vez que o editor (que sou eu) está com vontade de prosseguir o trabalho, tem pressionado o autor (que também sou eu) a dar ao dedo e à manivela, pelo que também já está concluído para ir em breve futuro para a gráfica o Volume nº 3.


O volume 4 também está praticamente concluído no arranjo e maquetização, enquanto o 5 está no estirador/secretária para quando o seu autor (que já sabem quem é), deixar outras tarefas em repouso para se dedicar a esta. Entretanto, como devem perceber, o editor (que também já sabem quem é) não deixa de pressionar o autor a prosseguir o trabalho.


quarta-feira, 7 de novembro de 2018

O MALHADINHAS -os lobos da Serra da Lapa



Do Capítulo Nove, que só este tem vinte e uma páginas (pranchas), reproduzo três.
Como não comecei a história pelo princípio, mas sim quase pelo fim ( a obra de Aquilino tem dez capítulos), foi por este que iniciei o trabalho.

segunda-feira, 5 de novembro de 2018

O MALHADINHAS - acção e movimento



Este livro do Mestre, que é Aquilino Ribeiro, possui os ingredientes para uma BD, designadamente na sequência que hoje trago, no total de dúzia e meia de páginas do capítulo quatro, das quais apresento apenas três.
Descritas na primeira pessoa, como autobiografia de uma figura castiça da Beira, as cenas seguem-se com a linguagem que Aquilino tão bem soube reproduzir, com movimento nas acções que o genial escritor soube propor nesta obra icónica.

sábado, 3 de novembro de 2018

O MALHADINHAS- Novos enquadramentos

Já aqui falei deste trabalho - adaptação de "O Malhadinhas" -  e apresentei alguns desenhos com enquadramentos diferentes dos três que aqui estou a exibir, sendo estes as páginas iniciais dos capítulos 2, 4 e 9. Dei nova "roupagem" aos desenhos e ao "lettering".

São dez capítulos, tais os da obra de Aquilino Ribeiro, que sigo escrupulosamente sem grandes "cortes" do texto original. Não está acabado o trabalho, nem sei se o acabarei, porque há poucas perspectivas de publicá-lo, uma vez que não tenho autorização para essa adaptação.

Então, por que o fiz?
Pelo simples prazer de desenhar uma das obras que mais admiro.

segunda-feira, 22 de outubro de 2018

CRIME NO EXPRESSO DO ORIENTE (ARTE DE AUTOR)


Segundo aponta a editora Arte de Autor, o álbum de BD Crime no Expresso do Oriente é, com As Dez Figuras Negras, um dos romances de Agatha Christie que conheceu maior sucesso, tendo sido traduzido em mais de trinta línguas.

Em duas penadas, resume-se o argumento desta obra do género policial (ou policiário).
Inverno de 1934. Pouco depois da meia-noite, um banco de neve obriga o Expresso do Oriente a parar. O luxuoso comboio está surpreendentemente cheio para a época do ano, mas, ao amanhecer, conta-se um passageiro a menos… Um magnata americano morre com uma dúzia de punhaladas, a porta do seu compartimento está trancada por dentro. Hércule Poirot conduz o inquérito no comboio isolado do mundo…

É um álbum imperdível para mim, uma vez que reúne em BD um dos géneros de literatura que eu aprecio, a que se alia a publicação em banda desenhada, que ainda mais aprecio.
Adaptação: romance de Agatha Christie
Argumento: Benjamin von Eckartsberg 
Desenho; Chaiko
Edição: Cartonada
Número de páginas: 64
Formato: 210 x 285 mm
Impressão: cores
Data de edição: Outubro de 2018
PVP: 16,00€

(Gravuras enviadas pela Editora)

quinta-feira, 18 de outubro de 2018

PRIMEIRA PÁGINA

A primeira página é sempre a mais difícil, porque, em princípio, é a partir dela que se desenrola a acção. Acontece que esta primeira página, que respeita naturalmente à série que trago aqui de há dois posts a esta parte, tem a particularidade de ser a sexta página no que toca às transformações que já teve desde a altura em que foi concebida, quer nos enquadramentos como também nos materiais utilizados para a aplicação da cor. Quem acompanha este blog terá dado conta que ela já apareceu por aqui com outras formas, designadamente até com colorido à base de lápis de cor.
Diz o povo que "o vagar faz colheres". No meu caso, não é apenas o vagar, porque me distribuo por outras ocupações, mas o meu gosto, que varia conforme as luas, as estações do ano e nem sei mais o quê. Se não estou contente com um determinado trabalho, transformo-o sem perguntar a quem quer que seja se está melhor assim ou assado.